Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à sucessão de falhas graves na prestação do vosso serviço de apoio ao cliente e à consequente privação do meu serviço móvel, essencial para o meu desempenho profissional.
No dia 2 de outubro, contactei o vosso serviço de apoio ao cliente para solicitar a emissão de uma 2ª via do meu cartão SIM, uma vez que o atual se encontrava danificado. Nessa chamada, foi-me garantido que o novo cartão seria entregue na minha morada no prazo máximo de dois dias úteis, tendo sido aceite o custo associado de 10€.
Passados 4 dias úteis sem qualquer receção, voltei a contactar a vossa linha. Foi-me dito que receberia o cartão "nos próximos dias". Após novo período de espera e sem qualquer resultado, fiz um terceiro contacto, onde me informaram que o envio apenas tinha sido efetuado no dia 9 de outubro.
Em chamadas subsequentes, assisti a uma total falta de resolução: numa das tentativas, a vossa assistente pediu-me para aguardar em linha enquanto verificava a situação, tendo-me deixado em espera durante 20 minutos para, no final, me dar exatamente a mesma resposta vaga.
Até à data de hoje, decorreram quase três semanas sem que o cartão tenha sido entregue. Durante todo este período, permaneci impossibilitado de utilizar o telemóvel para trabalhar, sofrendo prejuízos profissionais diretos, além de estar a pagar por chamadas repetidas para uma linha de apoio que não resolveu o problema.
Para agravar a situação, recebi uma notificação a alertar para uma dívida de 0,10€, com ameaça de suspensão do serviço caso o pagamento não fosse efetuado até ao dia 15. Considero esta ameaça inadmissível, considerando que o serviço está inutilizável por vossa exclusiva responsabilidade e negligência.
Face ao exposto, exijo:
1. O envio urgente e imediato do cartão SIM por uma via prioritária ou a autorização para levantamento gratuito numa loja física MEO.
2. O crédito e estorno do valor de todas as chamadas efetuadas para as vossas linhas de apoio ao longo deste processo.
3. O cancelamento imediato de qualquer ameaça de corte de serviço por valores irrisórios decorrentes deste período de privação.
Mais informo que o meu período de fidelização termina no início de janeiro e, face ao péssimo serviço prestado, não pretendo renovar o contrato. Adicionalmente, caso esta situação não fique resolvida de imediato, avançarei com o pedido de rescisão de contrato com justa causa por incumprimento definitivo das vossas obrigações contratuais, atenta a essencialidade do serviço para a minha atividade profissional.
Aguardo uma resposta e resolução urgente.




