Novo cliente desagradado com falta de ética e lesado com o serviço contratado

  • 8 Março 2018
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Exmo. Senhor provedor,

Exmos. Membros deste forum,

 

Começo por lamentar ter "caído" nas malhas desta empresa e apesar de ser cuidadoso com estas questões considerar ter sido enganado. As questões de desagrado são muitas:

Fui contactado por um serviço telefonico de angariação de clientes através do nº 213260186, sedeado no edificio da Telecom em Setubal, na pessoa da D. Ana Rebelo, supervisionada hierarquicamente pelo Sr. Marco Moura.

Foi-me proposto um serviço m4o com um preço concorrencial face ao que tinha e que após algumas negociações aceitei.Para formalizar a adesão enviaram-me um contrato que não tinha a ver em algumas questões com o que foi contratualizado, nomeadamente no que se referia a preço e ao plafon da NET nos telemoveis.

Após vários contactos, convenceram-me, nomeadamente por email do já referido Sr. Marco Moura, de que em papel apenas era emitido automáticamente o serviço m4o básico e que os serviços contratados e gravados em chamada é que seriam os válidos, referindo os preços acordados. Embora tenha achado estranho, a pressão dos contactos funcionou e lá acedi a assinar. Agora penso que esta pratica não deve poder ser legal e não teria assinado.

Após assinatura e ainda não decorridos os 14 dias de "livre resolução de contrato" que a lei me dá ( e que eu apenas tinha um conhecimento vago) fizeram pressão para que aceitasse a instalação fisica em minha casa e em má hora o fiz. Se desistisse, teria de pagar a instalação no valor de 250 euros. Não sei se esta situação é legal, mas ética não é de certeza.

Após todas estas trapalhadas, o contrato tem 4 telemóveis onde foi acordado 2,5 GB cada de NET e neste momento, decorridas 3 semanas, tenho 1,5 BG em 2 e 500 MB nos restantes 2.

Outro facto me desagradou imenso, nunca me alertaram para qualquer dificuldade ou prazo que pudesse ter para rescindir com a antiga operadora, resultando numa sobreposição de serviços de 45 dias e obrigando-me a pagar mais de 1 mês de serviço que já não usufruio.

Estas questões foram colocadas á referida senhora Ana Rebelo, que amavelmente concordou que tinha razão e que iria repor a questão da NET nos moveis e procurar uma solução para o prejuizo do pagamento á antiga operadora. Já passaram quase 2 semanas e a referida senhora ou o seu supervisor não me atendem o telefone. Já enviei email ao referido sr. Marco Moura, que não obtive resposta.

Em resumo, o silencio deles quando o cliente já fidelizou é revelador, no minimo de falta de ética, no entanto ainda tenho esperança que estas questões se resolvam para eu poder esquecer esta má memória, pelo menos durante 2 anos.

Já coloquei a questão no sitio institucional do provedor da MEO, mas estranhamente não tenho qualquer feedback de que recebeream, qual o estado do processamento ou quanto tempo demora a resposta.

Caso não consiga resolver a bem, certamente que irei colocar a questão ao Centro de arbitragem de conflitos de consumo, á ANACOM, á DECO e estou certo que a comunicação social gostará de saber como estas empresas funcionam.

Para concluir, tiro o chapeu á competencia e rapidez demonstrada numa das vertentes de trabalho da empresa, já me emitiram uma pequena fatura do primeiro mês.

Esperançado que tudo retome a normalidade e seja reposta a verdade e o respeito pelo cliente

 

Manuel

 

 

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EXMO.Senhor Provedor,

 

Boa noite, no dia 29 de Agosto recebi uma chamada de 91, feito por uma operadora da Meo, que começou a falar dos serviços de TV+NET+VOZ com fibra. Mostrei alguma resistência em aderir ao serviço por nâo saber quando terminaria o prazo de fidelização com outra operadora. Contudo perante a minha hezitação a operadora começou logo a dizer todo o contrato que tinha com outra operadora e quanto é que estava a pagar. Continuei relutante e a operadora referiu que o meu  contrato de fidelização terminava dia 15 de Setembro e que podia assim iniciar contrato com a Meo no dia a seguir. Pensei bem e acabei por aceitar, combinei a instalação do serviço em casa no dia 16 de Setembro. Dia 22 de Setembro soube na outra operadora que afinal o meu contrato de fidelização só terminava em Abril de 2020. Ou seja a operadora da Meo teve não sei como acesso aos meus dados com outra operadora e ainda me mentiu e para me fidelizar na Meo referiu que o meu contrato terminava dia 15, quando só termina no próximo ano. Pergunto se isto é ético. Dia 24 de Setembro fui pedir na loja da Meo em Coimbra cessação de contrato e desligamento de serviço, ao qual me foi dito que se não cumprisse o contrato iria pagar multa de incumprimento contratual e iria pagar também os meses que tenho o serviço ligado. Fiz várias reclamações no livro a pedir livre resolução porque tenho 15 dias para o fazer, mas a resposta que obtive foi que tinha 14 dias a partir que assino o contrato. Como já passaram mais de 14 dias não tenho livre resolução. Acrescento que antes disso no dia 23 de Setembro estive na loja e os operadores com quem falava telefónicamente diziam-me uma coisa diferente uns diziam que estava dentro do prazo para anular outros diziam que tinha de pagar por incumprimento, enfim uma confusão. Devo também referir que o serviço que foi instalado em casa tem problemas, a internet só dá numa divisão da casa, e os canais da televisão da cozinha estão mal sintonizados e alguns apenas têm som e não têm imagem. Apesar de tudo a zona onde resido só a Meo é que tem fibra, para além disso tenho familiares que são clientes Meo. Tudo o que pretendo é anular o serviço sem pagar absolutamente nada, porque não posso pagar dois serviços de duas operadoras, e porque não tenho culpa de haver funcionários sem ética e sem respeito pelos clientes. Alerto que um dia posso ser vosso cliente quando terminar a fidelização com a outra operadora, mas se continuarem a dificultar, só vão perder um futuro cliente. Peço alguma sensibilidade e atenção, e brevidade na resolução desta situação.

 

Cumprimentos:

Luís

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